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Assessoria Jurídica e Controle Interno na Nova Lei de Licitações: quem não se atualiza, assume riscos

A Lei nº 14.133/2021 não representa apenas uma mudança legislativa. Ela redefiniu responsabilidades, ampliou o dever de governança e alterou profundamente o papel da Assessoria Jurídica e do Controle Interno nas contratações públicas.

Se antes a atuação podia ser predominantemente formal, hoje ela é estratégica.

O controle deixou de ser apenas sancionador.
A assessoria jurídica deixou de ser meramente opinativa.
E a responsabilização se tornou mais técnica — e também mais rigorosa.

Nesse novo cenário, atuar sem domínio aprofundado da lei é mais do que uma limitação técnica: é um risco institucional e pessoal.

É exatamente por isso que o curso Assessoria Jurídica e Controle Interno na Lei 14.133/2021 – Edição 2026 foi estruturado.


A nova lógica das contratações públicas

A Lei 14.133 trouxe como eixo estruturante o planejamento, a governança e a gestão de riscos. Não se trata mais de analisar um edital isoladamente. Trata-se de compreender o macroprocesso de contratação.

Hoje, a atuação jurídica e o controle interno precisam dialogar com:

  • Plano Anual de Contratações
  • Plano de Tratamento de Riscos
  • Governança institucional
  • Modelo das Três Linhas de Defesa
  • Responsabilização por decisões técnicas

O Art. 53 da Lei 14.133/2021 estabelece parâmetros claros para a atuação da assessoria jurídica. Já o art. 169 reforça o papel do controle interno dentro da estrutura de governança.

A pergunta que surge é inevitável:
Sua atuação está alinhada a essa nova arquitetura normativa?


O fim do “cara-crachá” e do controle meramente formal

Durante anos, consolidou-se uma cultura de análise jurídica baseada na conferência formal de documentos. O famoso “cara-crachá” do edital.

Esse modelo já não é suficiente.

A nova lei exige:

  • Análise de juridicidade qualificada
  • Avaliação de riscos
  • Integração com planejamento
  • Fundamentação robusta
  • Registro técnico de divergências

Da mesma forma, o controle interno não pode mais atuar apenas após o problema surgir. A lei aponta para um modelo preventivo, orientador e estruturante.

A omissão estratégica pode gerar responsabilização.

A atuação excessivamente intervencionista pode gerar paralisia decisória.

O equilíbrio técnico tornou-se indispensável.


Responsabilização: o ponto sensível

Um dos temas mais delicados para quem atua na área é a responsabilização do parecerista e dos agentes de controle.

A jurisprudência dos Tribunais de Contas evoluiu. Os precedentes estão mais sofisticados. O critério de imputação de responsabilidade deixou de ser meramente formal.

Hoje se analisa:

  • Existência de erro grosseiro
  • Fundamentação técnica adequada
  • Conformidade com precedentes
  • Registro de alertas e ressalvas

Sem atualização, o profissional corre dois riscos:

  1. Ser excessivamente conservador e travar a administração;
  2. Ser permissivo e assumir responsabilidade indevida.

O curso trabalha exatamente esse ponto sensível: como estruturar pareceres e decisões que resistam ao controle externo.


Governança das contratações: não é teoria, é sobrevivência institucional

A governança pública deixou de ser discurso e passou a ser exigência normativa.

Planejamento, gestão de riscos, accountability e transparência agora fazem parte do núcleo das contratações públicas.

No segundo dia do curso, a abordagem aprofunda:

  • Governança das contratações
  • Modelo das Três Linhas
  • Atuação coordenada entre jurídico e controle
  • Limites do controle de juridicidade
  • Riscos do hipercontrole

Essa compreensão sistêmica é o que diferencia um profissional comum de um profissional estratégico.


Integração entre Assessoria Jurídica e Controle Interno

Um dos maiores problemas práticos enfrentados nos órgãos públicos é o conflito silencioso entre assessoria jurídica e controle interno.

  • Sobreposição de competências
  • Divergências técnicas mal documentadas
  • Invasão de mérito administrativo
  • Falta de fluxos institucionais claros

A Lei 14.133/2021 exige coordenação.

O curso dedica um bloco específico para tratar:

  • Pontos de contato
  • Zonas de cooperação
  • Estratégias para evitar conflitos
  • Construção de ambientes decisórios seguros

Não se trata de disputar protagonismo. Trata-se de proteger a decisão administrativa.


Conteúdo técnico aprofundado e aplicação prática

O curso é 100% presencial e estruturado em dois dias intensivos (16 horas), abordando desde:

  • Parâmetros do art. 53
  • Estruturação de parecer jurídico
  • Governança das contratações
  • Planejamento e gestão de riscos
  • Sistema de controle interno
  • Jurisprudência atual dos Tribunais de Contas
  • Estudos de casos concretos

Os participantes terão contato direto com especialistas que atuam na área, com espaço para dúvidas e discussões práticas.

A proposta não é superficial.
É técnica. É estratégica. É aplicada.


Para quem é este curso?

O público-alvo inclui:

  • Procuradores
  • Assessores jurídicos
  • Advogados públicos
  • Controladores internos
  • Contadores públicos
  • Gestores e ordenadores de despesa
  • Pregoeiros e agentes de contratação
  • Integrantes de unidades orçamentárias

Se você atua em qualquer fase da contratação pública, este curso impacta diretamente sua responsabilidade profissional.


O risco de não se atualizar

Ignorar a profundidade da Lei 14.133 pode gerar:

  • Pareceres frágeis
  • Decisões questionadas
  • Responsabilização pessoal
  • Insegurança institucional
  • Conflitos internos

A lei não retrocede.
A jurisprudência evolui.
A cobrança aumenta.

A atualização deixou de ser diferencial. É condição de permanência técnica.


Uma formação para quem decide

O curso Assessoria Jurídica e Controle Interno na Lei 14.133/2021 – Edição 2026 não é introdutório.

Ele foi pensado para profissionais que:

  • Já atuam na área
  • Assumem responsabilidades
  • Precisam fundamentar decisões
  • Querem atuar com segurança

É uma formação para quem entende que governança não é burocracia. É proteção.


Conclusão: atravessar a mudança ou ficar exposto

A Nova Lei de Licitações inaugurou uma nova lógica.

Quem continua operando com a mentalidade anterior corre riscos silenciosos.

Quem compreende a governança, a integração institucional e os limites da atuação jurídica constrói decisões sólidas e defensáveis.

A escolha é simples:

Atuar de forma reativa e insegura
ou
Dominar o controle e sustentar decisões com técnica.

As inscrições estão abertas.

Atualize sua atuação. Proteja sua responsabilidade. Fortaleça sua instituição.

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